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Minha mensagem

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Eu não quero nada!
É isso mesmo, amizade.
Neste fim de ano, não gaste tempo e dinheiro com presente para mim. Em 2010, eu ganhei tudo que poderia esperar, mesmo desempregado há quase dois anos e lutando outros tantos pela minha aposentadoria. Não digo sonhada, porque nunca pensei em parar de fazer o que eu gosto: escrever, comunicar, lutar...
Começo pela minha família – primeira dama do barraco, quatro filhos, dois netos e um terceiro chegando. Todos enfrentaram vicissitudes nos últimos 12 meses – Carminha, Jordana, Ricardo, Daniel e Dennis – mas deram a volta por cima. Tem, também, meu único irmão e sua maravilhosa família, que também viveram momentos difíceis. Houve situações em que não se via nem o fundo do poço, mas quando a escuridão parecia total, todos enxergaram a luz no fim do túnel.
Amigos também não me faltaram. Não dá para citar todos agora, mas os nomes deles, se não estão lá no Blog do Sizemar, aparecem na minha caixa de correspondência no Yahoo. São amigos dos tempos da juventude, vizinhos dos meus vários barracos nesta maravilhosa Sampa e companheiros de 40 anos de profissão. Todos enviando mensagens de apoio, incentivo e lembrando passagens importantes das nossas andanças por esse mundo. Não tem um, em especial, porque todos são especiais. Alguns (poucos, graças a Deus) já partiram, mas continuam vivos no meu coração.
Eu não posso esquecer, também, da multidão de anônimos que esteve sempre à minha volta, neste ano, seja nos ônibus, no Metrô, nos trens da CPTM e nas ruas da Cracolândia, por onde circulo assiduamente. Pessoas que me trouxeram bons momentos de alegria com seus “causos” e muitos momentos de revolta contra as “autoridades”, por causa da promiscuidade e do abandono a que foram relegadas.
Cada pessoa que passa por nossa vida é única, porque sempre deixa um pouco de si e leva um pedaço de nós. Não quero nada, porque recebo a atenção dos amigos e de muitos anônimos. Vocês são o meu melhor presente.
Boas festas a todos, com muito amor, alegria, paz, prosperidade e saúde.
PS: Como “vicissitude” causou estranheza a pelo menos três pessoas que revisaram o texto, esclareço que essa palavra significa mudança das coisas que se sucedem: alternativa, alternância, eventualidade, acaso, azar, revés, instabilidade das coisas; volubilidade e mudanças do caráter humano, entre outras interpretações.
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