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Não sou mais escravo do celular

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Percebi, tardiamente, que o aparelhinho não me serve para nada durante o meu expediente de trabalho. Faz um seis meses que ninguém liga ou me manda mensagem através dele. Além disso, onde fico, das 8 às 18 horas, posso ser acessado pelo telefone da empresa, em caso de emergência. Diante disso, desde quarta-feira, dia 18, o celular fica em casa, diminuindo o peso e o número de objetos que sou obrigado a levar comigo diariamente. A partir de agora, o celular só vai desfrutar da minha companhia quando eu sair de São Paulo ou precisar ligar para alguém que está longe de um telefone fixo. Isso significa que vai ficar empoeirado num canto qualquer da minha sala.

Amizade, no que me diz respeito, até mesmo a comunicação via internet vive um momento de ostracismo. O número de e-mails que recebo caiu substancialmente. Faz muito tempo que não me enviam aquelas mensagens de correntes milagrosas, que garantem felicidade eterna ou riqueza inesgotável, desde que repassadas para outras “trocentas” pessoas. Graças a Deus. Percebo que isso acontece também com os meus amigos, pela redução do número de contatos. Agora, só recebo deles comunicações sobre situações pessoais.
 
Mas sempre tem um porém. Estou de saco cheio de continuar recebendo e-mails da Força Sindical, da qual não consigo me livrar. Suspeito que a tal “central sindical” virou uma assessoria de imprensa a serviço de um tal “Paulinho da Força”, cuja ficha não parece muito limpa.
Meu computador que o diga.  
 

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