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Quem estava com a razão?

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Amizade, você se lembra quando postamos aqui alguns textos intitulados “Fique de olho nesta mulher?” Pois fique sabendo que o Ministério Público abriu investigação sobre os pagamentos milionários no Tribunal de Justiça de São Paulo, um expediente denunciado pela Corregedoria Nacional de Justiça, sob a direção da desembargadora Eliana Calmon.
O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Márcio Fernando Elias Rosa, iniciou nesta sexta-feira, 4, procedimento para investigar pagamentos supostamente irregulares concedidos pelo TJSP a magistrados e servidores. Entre os casos em pauta, confira as manchetes de dois deles: “Ex-presidente do TJ-SP recebeu R$ 723 mil em um mês” e “Servidora do Tribunal de Justiça de SP ganha R$ 230 mil 'sem motivo'”
A abertura da caixa-preta do TJSP ocorre "em razão de matérias jornalísticas dando conta de que o tribunal abriu sindicância para investigar pagamentos irregulares de créditos trabalhistas a um grupo de juízes, desembargadores e funcionários, no período de 2006 a 2010. Cinco desembargadores receberam um total de R$ 4,2 milhões a título de indenização por férias e licença prêmio não tiradas a seu tempo e pagas com atraso.”

Nas suas reações às ações da chefe da Corregedoria Nacional de Justiça, Eliana Calmon, os desembargadores paulistas mais antigos alegavam que as auditorias do órgão eram indevidas e que bastavam as fiscalizações da corregedoria do TJSP.
A máscara caiu.

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