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Amizade, estamos chegando


Ganhei este blog de presente de um filho, um “professor Pardal” na área da Informática e herdeiro número dois das minhas dívidas (com a sociedade), qualidades (será que as tenho?) e defeitos (espero que não sejam muitos). Esse meu herdeiro, seus três irmãos e a primeira e única dama do meu barraco entendem que devo registrar para a posteridade algumas das passagens marcantes da minha vida como jornalista e as implicações que elas tiveram no cotidiano da nossa família e dos amigos próximos. Atendo ao pedido da família, envaidecido pelo apreço que ela demonstra pela minha atuação como jornalista, e espero contar com a colaboração de alguns companheiros radialistas e jornalistas da “velha guarda” (que serão consultados previamente) para rememorar alguns episódios marcantes vividos em um período importante da minha carreira, na época da ditadura militar, especialmente na Rádio Bandeirantes AM. Mas essa história teve início bem antes, quando eu tinha 16 anos e comecei a trabalhar como office boy na redação do jornal “A Gazeta”, no dia 1º. de abril de 1964, um dia depois (da data oficial) do golpe militar que tirou do poder o presidente João Goulart, o Jango.

Sizemar Silva